Candidata ao Senado afirma que passou a ser alvo de abordagens agressivas por causa de adesivos de Lula e do PT e diz que já recebeu até ameaça de morte.
A candidata ao Senado por Rondônia Luciana Oliveira relatou, em vídeo publicado nas redes sociais, episódios de hostilidade e intimidação que afirma estar enfrentando durante a campanha eleitoral no interior do Estado. Segundo ela, as situações estariam relacionadas à sua posição política e ao uso de adesivos de Lula e do PT em seu veículo.
Luciana Oliveira relata as intimidações em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. Assista ao vídeo abaixo.
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Abordagem durante a campanha
No vídeo, Luciana mostra uma abordagem feita por um homem que, segundo seu relato, passou a fazer críticas ao presidente Lula e ao PT e afirmou que ela “não é bem-vinda” em sua própria terra.
A candidata afirma que situações desse tipo passaram a fazer parte de sua rotina de campanha e que a polarização política tem provocado reações cada vez mais agressivas contra quem manifesta publicamente posições diferentes.
Em outro trecho, Luciana mostra um hotel onde o número 13 de uma porta aparece coberto por uma bandeira do Brasil. Para ela, o episódio faz parte de um ambiente de intolerância política que estaria encontrando durante suas viagens pelo Estado.
Candidata diz que já recebeu ameaça de morte
Luciana também relembrou uma ameaça de morte que afirma ter recebido durante a pré-campanha. Segundo ela, depois do episódio passou a viajar acompanhada de segurança.
A candidata afirma que não pretende abandonar a campanha em razão das intimidações e que continuará percorrendo os municípios de Rondônia para apresentar suas propostas.
Polarização marca campanha
Os relatos de Luciana ocorrem em um cenário de forte polarização política em Rondônia, onde a disputa eleitoral de 2026 reúne candidaturas de diferentes campos ideológicos.
Ao relatar os episódios, a candidata associa as hostilidades ao ambiente político de oposição ao presidente Lula. Entretanto, a identificação dos autores das abordagens como integrantes de algum grupo político organizado não foi comprovada nos relatos apresentados no vídeo.
O episódio reacende o debate sobre os limites da manifestação política durante uma campanha eleitoral e sobre a necessidade de que divergências partidárias não se transformem em ameaças ou intimidação.
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